terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Samba. E choro.

Chora a moça de branco alheia ao samba. Chora um choro guardado, repentinamente emerso diante dos que bebem e riem um fim de domingo. Choro tornado público aos que cantam às custas das manhãs seguintes; às custas de tantas moças de branco.
Mágoa liquefeita que transforma em drama esse momento. Mágoa desfeita na garrafa que lhe escapa da mão. Cerveja no chão e mais nem uma lágrima. Ao fundo, Noel.

Um comentário:

Anônimo disse...

E ainda espero mais textos teus...